Olá, seja bem vindo (a)! Sou Aline Oliveira da Silva.
Psicóloga, formada pela Universidade Nove de Julho, e psicanalista.
Sou psicóloga, formada em uma trajetória iniciada em 2018, na qual a psicanálise esteve presente desde o início como um campo que atravessou minha formação e minha maneira de pensar a clínica. Esse encontro, construído no espaço universitário, foi se aprofundando por meio do estudo teórico e da escuta nas primeiras experiências de intervenção terapêutica em diferentes contextos, na psicoterapia em atendimento clínico individual na clínica escola, em atendimento de grupo terapêutico no contexto universitário, intervenções clínicas com crianças e adolescente na rede pública de ensino, em CCA e SAICA, constituindo uma orientação de escuta que permanece presente em meu trabalho no consultório particular.
Nesse momento de minha formação universitária destaco a experiência institucional que considero fundamental: minha atuação como estagiária na Comissão de Direitos Humanos e na Comissão de Ética do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo durante dois anos.
Essa experiência contribuiu para a construção de uma prática orientada pelo compromisso social e ético da Psicologia, ampliando minha compreensão sobre as responsabilidades que atravessam o exercício profissional e os diferentes modos pelos quais o sofrimento se inscreve nos contextos sociais e históricos.
A partir da psicanálise, essa dimensão ética também se desdobra na escuta singular de cada sujeito e na atenção às formas de mal-estar próprias à nossa época.
Sigo em formação permanente como psicanalista, a partir do referencial teórico de Freud-Lacan.
Minha escuta se sustenta na análise pessoal, supervisão clínica e formação em teoria psicanalítica por meio de grupos de estudos autônomos e em extensão universitária:
Sou membro da República, Grupo de Estudos Teóricos em Psicanálise, membro da Rede Clínica de Psicanálise (Lablacan - IPUSP) e do Eixo de Clínica Psicanalítica Transcultural do Projeto de Extensão e Cultura Veredas – Psicanálise e Migração (Psopol - IPUSP).
Também me vinculei como voluntária por um ano ao Projeto Ladrilhar, uma Rede Clínica e de Pesquisa para o Cuidado e Garantia de Direitos Adotivos, criada pelo Núcleo de Educação e Intervenção em Direitos Humanos (NEIDE). Financiado pela Fundação Tide Setúbal e pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal por meio do edital Territórios Clínicos e sob o apoio do Laboratório de Psicanálise Jacques Lacan (Lablacan – IP – USP) e do Núcleos Psicanálise
Essas experiências possibilitaram acompanhar diferentes formas pelas quais sujeitos constroem e significam suas histórias, seus vínculos e seus lugares nas relações parentais e sociais. O trabalho com a clínica no contexto das migrações também ampliou essa perspectiva da clínica territorializada com famílias e adotivos, ao evidenciar como deslocamentos, pertencimentos e atravessamentos culturais participam da constituição subjetiva e das formas singulares de cada pessoa elaborar sua experiência.
Atualmente, minha clínica é centrada no atendimento de adultos e adolescentes (14+) de forma online, o que me permite escutar pessoas em diversas localidades do território nacional e internacional.